
Olá caros amigos. É com grande honra e com um pouco de atraso que inauguro um dos meus projetos mais vislumbrados nos últimos meses. A partir de agora irei me dedicar na publicação de fatos esportivos em uma perspectiva da ciência que circunda a Psicologia do Esporte.
E para começar eu separei uma reportagem que foi dada por mim ao Jornal AGORA SÃO PAULO no dia 15/09/2010, numa quarta-feira.
Nela eu abordo o momento crítico que o jovem e promissor atleta Neymar estava passando por carregar uma grande responsabilidade nas costas aliado com a escassez momentânea de outros craques no elenco, por motivo de lesões e transferências internacionais.
Separo então alguns trechos da minha entrevista que foi feita pelo jornalista Rodrigo H.: Para Leonardo Griffo, profissional da área, este tipo de acompanhamento é importante para que o garoto tenha maior equilíbrio e suporte a responsabilidade, que aumentou após a saída de Robinho e saída de Paulo Henrique Ganso, deixando Neymar como o principal responsável pelas vitórias do Santos.
"A essência dele sempre foi voltada para as brincadeiras com a bola, para o drible. De repente, a coisa ficou séria, ele tem agora a obrigação de ganhar as partidas e os campeonatos. É um momento de transição", afirmou Griffo.
O Psicólogo do Esporte Leonardo Griffo afirma que esta é uma situação nova com a qual Neymar precisa se acostumar.
"No começo, ele era preservado pela arbitragem. Agora dão a ele o mesmo tratamento dado aos outros jogadores. E os adversários pensam que, se baterem nele, poderão desestabilizá-lo, fazendo-o revidar e ser expulso."
É com grande prazer que dedico essa primeira matéria publicada aqui no blog ao meu grande mestre, ao professor João Ricardo Cozac, um exemplo de pessoa, profissional e de caráter. Um verdadeiro oráculo representativo na Psicologia do Esporte.
Em breve novas publicações virão, tanto de matérias mais antigas que essa do caso Neymar, como outras.
